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PONTA DELGADA - Detida por furtos em ourivesarias

A Polícia de Segurança Pública de Ponta Delgada, através da sua Esquadra de Investigação Criminal (EIC), no passado dia 23 de Maio, identificou e constituiu arguida uma mulher, de 40 anos de idade, residente numa freguesia limítrofe de Ponta Delgada, sem cadastro criminal, por ser suspeita de furtar vários artigos em ouro em várias ourivesarias da cidade de Ponta Delgada.

Da investigação que a polícia tem em curso, foi possível ficar a saber que a suspeita tem vindo a praticar estes crimes há cerca de um ano a esta parte, sem que os responsáveis e funcionários das próprias Ourivesarias se tenham apercebido que eram vítimas de furto.

Para tanto, a suspeita num primeiro tempo escolhia os estabelecimentos onde pretendia atuar.

Escolhido o estabelecimento, entrava como uma cliente normal,  por vezes acompanhada de uma criança, pedindo depois para visionar determinados artigos que lhe eram exibidos em vários expositores.

Seguindo um plano previamente pensado, delongava propositadamente na escolha e aproveitava um momento de distração dos funcionários para astuciosamente se apoderar, em regra, de cada vez que se deslocava a uma ourivesaria, de uma ou duas peças ouro, sem que os funcionários desses estabelecimentos dessem por isso.

Posteriormente, faseadamente, foi vendendo esses artigos nas várias casas de compra de ouro existentes nesta ilha.

Para já,  da análise criminal que tem vindo a ser realizada pela EIC de Ponta Delgada  no âmbito desta investigação, permitiu concluir que a suspeita com este esquema  terá conseguido vender nas várias casas de compra de ouro existentes nesta ilha, pelo menos 80 peças em ouro em estado novo,  entre anéis, pulseiras e cordões, todas elas com as respetivas etiquetas.

Com este esquema de furto continuado, a suspeita recebeu da venda desses artigos um valor que está calculado na ordem dos 9000 euros, sendo que essa compra, em regra, é feita pelas casas de compra de ouro num valor estimado significativamente abaixo do seu valor real, entre os 30% a 40%, até porque, muitas vezes o seu valor estético e artístico não é valorado.  

A dificuldade da investigação nesta fase, num primeiro tempo reside no facto deste esquema não ter sido atempadamente detetado pelas várias ourivesarias lesadas, bem assim, no facto da polícia ter apreendido uma diminuta quantidade de ouro em relação aquela que se julga ter sido furtada.

No mesmo sentido, militam muitas outras dificuldades para a investigação deste tipo de fenómeno, entre elas, o facto das casas de compra de ouro, apesar de estarem obrigadas por lei a entregar à autoridade policial competente, no prazo de cinco dias, as relações completas das transações que efetuam, bem assim, de estarem obrigadas nos vinte dias subsequentes à entrega dessas relações na polícia,  a não alienarem ou modificarem esses artigos, a lei não obriga a que esses mesmos artigos sejam registados em suporte fotográfico.

E, neste caso, a dificuldade é por demais evidente,  uma vez que a atividade criminosa desenvolvida pela suspeita decorre há um ano a esta data, sendo que praticamente todo o ouro que vendeu foi modificado passados 20 dias.

Apesar disso, a ação policial e a investigação que está em curso e que continuará, para já, logrou identificar esta suspeita e conseguiu fazer cessar a atividade criminosa que a mesma tem vindo a desenvolver. 
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